BATOTA?
Relatórios publicados pelo jornal britânico Financial Times indicam que Israel teria conduzido, durante anos, uma operação clandestina de vigilância eletrónica em Teerã, com o objetivo de acompanhar os movimentos do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, antes do ataque que resultou na sua morte.
Segundo a investigação, a alegada operação incluiu o acesso ilegal a câmaras de trânsito e outros sistemas de monitorização urbana, permitindo o acompanhamento detalhado da rotina do líder iraniano e da sua equipa de segurança.
As reportagens apontam que os dados recolhidos ao longo do tempo possibilitaram a construção de um minucioso “padrão de vida”, identificando horários, trajetos frequentes e encontros estratégicos. Esse mapeamento teria sido fundamental para planear a ação final.
Caso confirmadas, as revelações poderão aumentar ainda mais a tensão geopolítica no Médio Oriente, levantando questões sobre segurança cibernética, espionagem internacional e possíveis repercussões diplomáticas entre os países envolvidos.
